Dermatologista potiguar dá dicas de tratamento da calvície feminina

terça-feira, 12 de dezembro de 2017


calvície deixou de ser um problema exclusivamente masculino e há algum tempo tem sido diagnosticada também em mulheres. A estimativa da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) é de que cerca de 30% da população feminina apresenta o distúrbio após os 50 anos e 13% antes disso. Quando o assunto são tratamentos dermatológicos relacionados ao couro cabeludo, 40% da procura são por pessoas do sexo feminino.
A rarefação do cabelo é a principal característica da calvície, ou seja, ocorre quando o couro cabeludo começa a ficar notório pela escassez dos fios. De acordo com o dermatologista Gabriel Sampaio, fatores biológicos influenciam o problema. “Mulheres com alterações dos hormônios relacionados ao ciclo menstrual ou doenças como ovário policístico ou histórico familiar semelhante podem ser acometidas pela doença”, conta.
Relaxamento, alisamento, descoloração e outros procedimentos de química capilar se apresentam como vilões para quem tem tendência à calvície. “Tratamentos químicos capilares tornam o cabelo mais fino e frágil, o que enfraquece e resulta na quebra do fio, assim, acentuando as áreas falhas”, explica o dermatologista que atua na Clínica Emagrecer.
Apesar de não causarem a calvície nas mulheres, inflamações e dermatites no couro cabeludo, como seborréia e caspa, contribuem para queda por gerarem uma inflamação no folículo capilar.

Tratamento

Para tratar a calvície, hoje em dia existem tratamentos domiciliares com xampus, loções tônicas, além de medicações sistêmicas. Para as situações nas quais não há melhora com os tratamentos mencionados anteriormente ou em casos avançados, existem as técnicas de Microinfusão de Medicamentos na Pele (MMP), microagulhamento (IPCA), ou a laserterapia.
“Por ser uma tendência genética, a calvície feminina não tem cura. A paciente deverá realizar manutenções ao longo da vida para que o quadro não volte a se agravar”, afirma o dermatologista Gabriel Sampaio.

Alimentação

Segundo a nutricionista, Lia Oliveira, o enfraquecimento dos fios também ocorre quando a paciente passa por dietas restritivas, perde muito peso rapidamente, ou possui deficiência de minerais, como zinco e silício, e das vitaminas A, B2, B6, B7, C e D. A falta das procianidinas – flavonóides que protegem o colágeno – e da elastina também contribuem para o aparecimento do problema.

Ainda segundo a nutricionista, alimentos ricos em açúcar e gordura aceleram o processo de perda de cabelo, evidenciando mais o couro cabeludo. “Aconselhamos que aqueles que sofrem com a calvície se alimentem de folhas verde-escuras, leite, ovos, peixes, frutas amarelo-alaranjadas e vermelhas, grãos de cereais integrais, batata doce, tomate, abacate e brócolis”, diz.
Fonte- G1 RN

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